Alô
galerinha, como vão as forças? Tudo certinho? Estava pensando no que
escrever e acabei tendo a idéia de escrever sobre coisas engraçadas que
acontecem no cotidiano. Dentre essas coisas temos, por exemplo, aquele
primo “amamãezado”, menino de apartamento que nunca tomou um banho de
chuva de verdade, nunca soube o que é pisar em terra, nem o que é cair
de um muro, isso é um grande problema, hoje as crianças não podem mais
furar o pé, não podem mais quebrar um braço, coisas assim, e isso tudo
piora quando o garoto faz dezoito anos, que vem a parada do alistamento
militar, em que o muleque tem que ir à junta militar, a mãe corta as
unhas dele, enche a barriga dele de talco e o leva pelas mãos pra
entregar nas mãos dos oficiais, aí é o fim. Outra coisa interessante é
que não sei por que tem tanto muleque de apartamento que mora no centro
que acha que se diverte mais que o muleque que mora na periferia. Deixa
eu falar uma coisa, o centro não é bacana, legal mesmo é morar na
periferia, onde há diversão de verdade, onde os muleques correm na rua,
caem na vala, cortam o pé em garrafa de cachaça quebrada, aí passa terra
com cuspe no golpe pra parar de sangrar, isso sim é vida divertida.
Agora me diz uma coisa, qual é a graça de jogar peteca no carpete da
sala? Qual é a graça de empinar pipa no ventilador? Ora, existem coisas
divertidas fora dessa onda toda. Quem nunca fez uma pipa de papel de
menta?
Realmente as crianças mudaram, as relações mudaram, as pessoas mudaram, o Faustão mudou, o Brasil mudou, minha vizinha gostosa mudou, e a única coisa que posso concluir é que tudo está mudando.
Beijos
Realmente as crianças mudaram, as relações mudaram, as pessoas mudaram, o Faustão mudou, o Brasil mudou, minha vizinha gostosa mudou, e a única coisa que posso concluir é que tudo está mudando.
Beijos

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